Action Sript // Flash

Olá!

Então,  meu chefe me deu uma aula básica de Action Script2.

A primeira coisa que eu vou colocar aqui é sobre includes no Flash.

Acredita?! Include funciona no Flash!!!!

A primeira instancia, eu sei que o include funciona para arquivos as(action Script), mas acredito que haja mais uma variedade de documentos que possam ser incluido num arquivo Flash, principalmente para desenvolvedores de Web (que provavelmente já sabem isto, e com certeza sabem de outras extensões de arquivos que possam ser incluidos).

Enfim, o include no AS2 funciona assim:

você coloca a tralha (#) e a palavra include e o nome do arquivo entre aspas,

ficaria assim:

#include “meuArquivo.as “

Um detalhe interessante que meu chefe me chamou atenção, é que na linha em que você colocar o include no action, não pode mais inserir nada depois. Ou seja, se você colocar o #include   “arquivo.as” Nada pode ser escrito na frente, na mesma linha, somente o include.

Ok

Outra coisa que eu quero registrar é como fazer com que o action interaja com um arquivo XML. Pelo menos da forma que ele me explicou, pode haver outras maneiras, mas eu desconheço. Sem contar que aprendendo uma forma, talvez até facilite outra, não é mesmo?

A primeira coisa é criar uma variavel e declarar que ela é um XML.

????????? Hã??

… Opa!

Vamos começar de novo, no action, quando se cria uma variavel, é sempre bom declararmos o que é esta variavel, e no flash a gente declara com ” : “.

Exemplo:

Eu quero criar uma variavel que vai funcionar como um MovieClip,  então…

var exemplo:MovieClip = XXX;

Note que não há espaço entre os dois pontos e a definição da variavel.

Pronto, agora que já sabemos como  declarar no flash qual é o tipo de váriavel, vamos continuar com o XML

Então, criamos uma variavel para o XML:

var minhaVariavel:XML  =  new XML ();

exemplo.ignoreWhite = true;

exemplo.load(“arquivo.xml”);

Pronto, a XML está inserida no action.

Note que a segunda linha, ela se refere ao espaço em branco do arquivo XML, ele fala para ignorar o espaço em braco (ignorar espaço em braco = verdade). Caso isto não seja feita, o espaço sera considerado como um caractere, e o arquivo não será lido corretamente.

Observe que para eu falar sobre uma determinada variavel, ou até mesmo para falar de um determinado objeto, eu escrevo o nome deste objeto/variavel ou o que eu estiver me referindo,  coloco um ponto e escrevo o que tem q acontecer, ou onde eu quero chegar. É como se eu falasse: Marina é bonita, então eu digo no Action desta forma: Maria.bonita. Ou se eu quiser falar sobre um endereço em São Paulo:  saoPaulo.ruaDasOrquideas.

Deu pra entender onde eu quero chegar?

Na terceira linha referente a identidade da variavel, eu digo que a variavel faz o load(carrega) o documento arquivo.xml . A partir de agora eu posso acessar as informações contidas no XML.

Então, para eu mostrar como acessar, é legal que você conheça a estrutura básica de um arquivo XML. Caso não conheça , aqui tem uma explicação e um exemplo básico de um arquivo XML.

Então, para acessar a estrutura do XML, eu aprendi que temos que criar uma variavel com o valor do primeiro campo/nó (campo/nó mãe”) do arquivo:

campoXml =  minhaVariavel.firstChild.childNodes;

Pronto! Está Criada a váriavel!

Explicando a estrutura aqui em cima,  não foi preciso definir o que tipo de váriavel é esta (eu também não sei quando se define ou não, vou perguntar ao meu chefe e depois posto aqui). E note também que eu uso a variavel do XML, dentro dela eu acesso o “primeiro Campo”(first.Child), que é o campo mãe que eu citei acima, e depois eu acesso os nós do XML.

Para acessar cada nó separadamente, como por exemplo, eu quero acessar o que está escrito no primeiro nó do arquivo. Então eu digo:

campoXml.childNodes[1].childNodes[0].nodeValue;

O que eu fiz acima foi o seguinte: eu acessei a variavel com os campos XML, acessei o nó da posição 1 (o primeiro nó), dentro da posição 1 eu acessei outro nó para dizer que eu quero o valor do nó. Na verdade, não existe o nó seguinte, mas eu tenho que declarar mesmo um nó a mais. É como se eu dissesse a ele, você vai até a casa da Sophia, na casa da Sophia, você vai mostrar isto.

Para acessar um caracteristica dentro de um nó do XML da posição 2, por exemplo, você faz assim:

campoXml.childNodes[2].atributes.id;

O que eu fiz acima foi chamar o nó que eu queria e dizer que eu quero (alterar, por exemplo) o atributo chamado ID.

Bem Eu tenho que postar muito mais coisas por aqui, talvez o post venha ainda hoje , ou talvez amanhã… né?

fui!

foreing

How close you are…
I was just kidding
Trying to learn
Trying to know how foreign
The world was
I was trying to captivate you.
Just a little bit
The witchcraft becomes against the witch
And suddenly I can’t stop thinking about you
Now I’m asking…
How much he could be thinking about me

Nany Oliveira

Falando de Flash

Vamos falar de Flash de novo??
Então, há um site que possui altos tutoriais em video…
E é muito engraçado, porque o rapaz que faz os tutoriais fica conversando com um outro, amigo, irmão, alguma coisa proxima.
Você pode escutar tudo o que se passa no ambiente, como conversas de outras pessoas, telefone tocando.
É bem legal, porque não fica com aquela formalidade “Eu sei, você aprende”.
E o cara entende bastante…

E neste site não há apenas tutoriais de Flash, há também vários de outros softs…!
Bem fica a dica, e se o autor passar por aqui, por favor, entre em contato para pagar o anuncio… rsrs

Ah! ia esquecendo, o endereço né?
www.tutors.com.br

bjs

Matrix e o Mito da Caverna

Centro Universitário Senac

MITO DA CAVERNA

E A

TRILOGIA MATRIX


São Paulo, 14 de Junho de 2009

Ariane Oliveira
Flávio Cavalheiro

Produção de Multimídia 2º. Semestre

Período Noturno

Uma ótima forma de começar está discussão seria ter uma noção previa e básica sobre o Mito da Caverna de Platão e a Trilogia Matrix. Logo vamos começar pelo Mito de Platão:

“O mito da Caverna

Platão criou uma alegoria, conhecida como mito da caverna, que serve para explicar a evolução do processo de conhecimento.

Segundo ele, a maioria dos seres humanos se encontra como prisioneiro de uma caverna, permanecendo de costas para a abertura luminosa e de frente para a parede escura do fundo. Devido a uma luz que entra na caverna, o prisioneiro contempla na parede do fundo as projeções dos seres que compõem a realidade. Acostumado a ver somente essas projeções, assume a ilusão do que vê, as sombras do real, como se fosse a verdadeira realidade.

Se escapasse da caverna e alcançasse o mundo luminoso da realidade, ficaria livre da ilusão. Mas, estando acostumado às sombras, às ilusões, teria de habituar os olhos à visão do real: Primeiro olharia as estrelas da noite, depois as imagens da coisas refletidas nas águas tranqüilas, até que pudesse encarar diretamente o Sol e enxergar a fonte de toda a luminosidade.”

Fundamentos da Filosofia, Historias e Grandes Temas. Cotrim, Gilberto. Editora Saraiva – 15º. Edição reformulada e ampliada – 2000. Pagina 99.

E vejamos agora um triler de Matrix:

Pesquisando pela internet, descobri alguns vídeos que abordam sobre o Mito da Caverna de Platão:

Platão usa o mito para exemplificar como o processo de conhecimento se aplica ao ser humano, seja qualquer tipo de conhecimento. E a abertura luminosa, o Sol e tudo que contem luz, neste mito, significam a razão, o conhecimento racional das coisas. Devido a estarmos acostumados por passar a vida inteira vivendo na mediocridade da ignorância, acreditamos que ela é o verdadeiro conhecimento, mas não é.

Matrix engloba todo este conceito de caverna, alienação do ser humano, explica de uma forma prática e cinematográfica (com uma grande quantidade de efeitos especiais), a parte literária do Mito da Caverna. Uma vez que, por mais que, dentro da trilogia, houvesse um despertar para o verdadeiro conhecimento, a verdadeira realidade após um mundo de ilusões, ele não coloca exatamente o mito no nosso cotidiano, mas sim, refaz o mito, como se Platão estivesse exemplificando o mito na nossa época, como diz o Professor do segundo vídeo de pesquisa.

Quando ele comenta sobre habituar os olhos e nos acostumarmos com a luz-razão, ele quer que entendamos que, mesmo livre da falta de conhecimento, e tendo conhecimento de uma verdade, às vezes, a sociedade, ou a humanidade _ como queira chamar_ não esta preparada psicologicamente e moralmente para entender e aceitar, preferindo ficar na obscuridade do que conviver com um fato real. Um grande exemplo disso seria, o clone, os estudos de células troncos, entre outros assuntos e descobertas que temos, mas que a sociedade, por assim dizer, ainda não aceita totalmente.

Sobre as céluas tronco:

Sem contar, também, que a trilogia Matrix aborda o termo “alienado”, talvez o mesmo que é abordado no primeiro filme de pesquisa postado acima. Nós somos alienados a seguir somente o que nos é imposto? Como o consumo, guerras, dinheiro, etc.? Será que estamos enganados pela ilusão da Mídia, da informação enganosa, ou qualquer outro poder de manipulação?

Enfim, a trilogia Matrix exemplifica o Mito da Caverna, mas colocar mos ele no nosso cotidiano exige muito mais uma quebra de paradigma e pré-conceitos do que simplesmente nos “desconectarmos” das sobras.

I’m so proud of myself

Hey There!!!

Este é um menu de video que eu mesma fiz!
Meu primeiro de muitos, com certeza!



Enfim, me realizei fazendo este menu para o filme o Sacrificio( The Wicker  Man)

Enfim, amei!


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